Peça chave

Encontramos esse vídeo super interessante que mostra o poder da criatividade! Com apenas uma peça você pode montar vários looks diferentes e arrojados. Com muito estilo e personalidade desfilando suas criações nas ruas.
Traremos logo mais alguns desses looks , e a reação das pessoas sobre eles.

Confiram, e se inspirem:


Não esqueçam de comentar qual foi seu look preferido e a sua ousadia de apostar em algo novo.


Os limites da moda

Minhas primeiras lembranças com relaçao à moda vêm de quando eu tinha ...alguns poucos anos. Nessa época, costumava brincar com as roupas da minha mãe. Seus armários e gavetas,repletos de trajes fascinantes-como camisolas longas  de seda e rendadas,de cores açucaradas me transportavam para o mundo mágico das princesas e rainhas das historias infantis, ao mesmo tempo em que me investiam de um poder que vinha do mundo dos adultos : o de escolher as próprias roupas e, assim comunicar uma série de valores É claro que eu não tinha consciência de todos esses processos, mas intuitivamente, com a clareza que só as crianças têm, lidava com estas questões.


E hoje, olhando retrospectivamente, considero que estas brincadeiras foram determinantes para formar minha visão de moda. Sempre me rebelei contra o fato de a moda ser considerada,por muitos, como uma matéria fútil.É claro que há futilidade envolvida neste meio, assim como há em muitos outros. Mas desde sempre me pareceu que, por seu aspecto lúdico e sua capacidade de comunicação, a moda não deveria ser encarada com descaso ou leviandade.



Segundo a escritora Biti Averbach, desde o início de sua carreira,procurou ler e entender a subjetividade envolvida no ato de se vestir.


Foram muitos os livros que contribuíram para aprofundar minha visão sobre o assunto: desde aqueles que falam sobre história da moda, quanto outros mais teóricos, que falam sobre os mecanismos de diferenciação social, o poder de sedução do consumo, entre outros.


Biti Averbach, assim como eu, indicamos Xtreme fashion de Courtenay Smith, a razão pela qual indicamos estes,é que ele apresenta, de forma clara, por meio dos trabalhos de estilistas, designers,artistas e inventores, de várias partes do mundo, que é possível entender os limites do que é moda, sua utilidade e sua interação com as pessoas e o meio ambiente.








                                                                                          (por Rhaíssa Quirino)


Wanessa Sáttva

19 anos
Estudante de Moda.

Se inspirou nos famosos da atualidade, nas pessoas alternativas. "Apostei em um look despojado"

Costuma consumir na Colcci, Zara, Opção e lojas de departamento. O chapéu foi de um Brechó.

Seu gosto musical é bem eclético e depende do seu momento.

O que é moda para você?
-Tenho trauma dessa pergunta. Mas costumo pensar que ela é um universo, infinito. A moda está em todo lugar.



Chapéus Panamá

Voltando a postar, trazemos para vocês uma grande tendência : os Chapéus Panamá.
Ótimo para o verão, e tem a vantagem  poder ser usado de dia ou a noite. Combinado com um look moderno e descolado e usados por pessoas com bastante personalidade.




Encontramos nas "ruas" alguns exemplos de looks utilizando o Chapéu Panamá:

Esses dois looks mostram a versatilidade desse acessório, que pode ser  utilizado tanto no dia a dia, quanto em um grande evento.


Silvana Nascimento

Formada em turismo e Gerente da Jogê.

Procura se vestir com o que a faz se sentir bem, independentemente de estar na moda.

Costuma usar marcas como Miss BelaVia Mia, e Criações particulares.

Curte  MPB, mas o samba é seu estilo musical preferido, samba de raiz. Não curte Rock.

E em sua opinião a moda é estar de bem com a vida.




Foto por João Gonçalves.

Dimas Carneiro

23 anos
Publicitário

Curte uma filosofia Rock, o xadrez, largado. E gosta de acessórios como Chapéu e Colete.

Não consome marcas, só quando estão com um custo menor.
Prefere roupas desenhadas. Não gosta da "exclusividade"  feminina da moda, o exagero do capitalismo.

Adora Rock e musicas Pernambucanas.

"A moda é uma forma de expressão, arte."



Foto por João Gonçalves.